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Agosto 20, 2009
Windows 7: Correção de uma previsão mal sucedida?
Maio 11, 2009

Windows Seven
Nesta semana foi lançada a versão Release Candidate do Windows 7 para todos os interessados em testarem o mais novo sistema operacional da Microsoft. Entre todas as avaliações realizadas pelos sites e blogs especializados, um ponto chave pode ser observado (inclusive por mim): Aparentemente, o Seven é bem mais leve que o seu antecessor, o Vista, iniciando e desligando mais rapidamente e mantendo sua beleza, transparências em janelas, Aero Glass, entre outros efeitos visuais. Também pode ser notado uma melhora no tempo de resposta dos aplicativos e uma melhor performance em micros com menor poder de processamento. Aproveito pra dizer que todas as conclusões abaixo fazem parte do meu ponto de vista, e concorde comigo quem achar necessário =D
Voltemos a época do lançamento do Windows Vista: desde as suas primeiras versões de avaliação, já era evidente que o hardware das máquinas fabricadas para rodarem o Windows XP teriam que passar por um “grande” upgrade, visto a grande utilização de recursos de memória, vídeo e armazenamento utilizado pelo novo sistema operacional. Com o lançamento da versão final do Vista e a imposição de uma data limite para as máquinas pré-montadas (Dell, Positivo, Itautec, etc) sairem de fábrica utilizando a versão XP do S.O., as máquinas que antes possuíam 256Mb de RAM utilizando XP, passaram a ter 512Mb para rodarem a versão Starter do Vista, e mais recentemente 1Gb de memória RAM, para tentar satisfazer o grande e pesado sistema operacional, sendo que a recomendação para um bom desempenho do sistema é de 2Gb de RAM.
Muita chiadeira e discussões foram criadas, já que para muitos 2Gb de RAM seria um absurdo para a plena utilização de um sistema operacional. Muitos migraram para distribuições Linux, e outros simplesmente não abandonaram o XP, lutando para que o suporte deste se extendesse, o que foi feito pela Microsoft, diante o grande descontentamento do seus consumidores. Quem comprava PC com Vista, formatava e colocava XP, abrindo mão das facilidades, novas funcionalidades e a beleza do Vista, e quem vendia PC pré-montado passou a utilizar Linux para baratear os custos de produção e o preço de varejo.
Mais do que nunca, aumentaram estudos e declarações de que novas tecnologias para aumento de velocidade de processadores, capacidade de memória RAM, melhora no resfriamento de CPU’s e GPU’s estariam em estudo, o que nos dava impressão de que esta seria a nova realidade do mundo da informática: Sistemas pesados goela a baixo, e máquinas cada vez mais potentes, fritando núcleos de processamento, com resfriamento a nitrogênio para que tudo não explodisse… coisa de Star Trek.
Mas a Microsoft, que até então não dava tanta importância para a recusa na aceitação do seu novo S.O., e acreditava que a disseminação do Windows Vista seria questão de tempo, não contava com dois fatores que, acredito eu, foram cruciais para a mudança de postura da empresa no desenvolvimento do Windows 7, e também nos seus investimentos em diversas áreas: O conceito de “cloud computing”, fortalecido pelas ferramentas web do Google, sites de armazenamento online de arquivos, fotos, vídeos, músicas, e-mail e documentos em geral e os famosos netbooks. Abaixo cito a “cutucada” que cada uma delas deu na empresa do então presidente Bill Gates:
Cloud Computing: Os arquivos não seriam mais armazenados no computador local, e sim em servidores da Web, sendo desnecessários aplicativos lindos e maravilhosos, cheios de funcionalidades para gerenciar cada um deles, pagando-se o preço da falta de firulas em troca da funcionalidade e disponibilidade 24/7/365 dos arquivos em qualquer lugar onde haja internet.
Netbooks: A sensação de 2008 e que continua aquecida em 2009, estes notebooks em tamanho reduzido também possuem capacidade de armazenamento e processamento reduzidos, apoiando-se no conceito acima citado de documentos na web. Visto a limitação destes aparelhos que visam principalmente portabilidade, a utilização de um sistema como o Windows Vista fora descartada pelos fabricantes, sendo utilizado a versão XP do S.O. e distribuições Linux.
Neste cenário, o sinal de alerta da Microsoft foi ligado e medidas paliativas foram adotadas, principalmente na área de marketing da empresa, sendo o “novo sistema operacional de codinome: Mojave” a manobra mais conhecida. Se tratava do mesmo Windows Vista apedrejado por todos, mas apresentado como o “sucessor do Vista” e com um nome diferente, onde aparentemente o mesmo foi extremamente bem avaliado por alguns entendidos no assunto.
A idéia de tentar mostrar que boa parte das críticas ao recém lançado S.O. eram preconceituosas foi louvável, mas o estrago já havia sido feito e nem a própria campanha do Mojave teve a visibilidade que se esperava.
O que restou? “Assumir não assumindo” o erro. Promessas de um novo sistema operacional mais leve, mais rápido e ainda sim bonito começaram a fazer parte dos discursos da Microsoft. O Vista foi ficando cada vez mais condenado ao esquecimento conforme as especulações sobre a versão 7 foram tornando-se públicas. A promessa de um S.O. tão robusto como o Vista para empresas, bonito do jeito que o usuário padrão gosta e leve o suficiente para rodar em netbooks, foi tomando lugar das críticas na rede e aumentando a expectativa de quem aguardava anciosamente a prova de que as promessas se tornariam realidade. A produção do novo sistema foi acelerada, investimentos abundantes foram feitos e feedbacks dos beta-testers foram ouvidos como SEMPRE DEVERIA TER SIDO FEITO.
Como golpe final, veio a importante opção para virtualização do Windows XP dentro do Windows 7, visando empresas que possuem aplicativos criados com base na plataforma XP do S.O., diminuindo problemas de compatibilidade de softwares, algo que ocorreu em grande escala na migração XP/Vista. O que se espera com esta opção é que o medo das empresas migrarem para o novo sistema não ocorra, ou que pelo menos seja minimizado. Ajudou também o fato da Microsoft recentemente divulgar que a versão RC do Seven poderá ser utilizada por um bom tempo, facilitando a familiarização dos usuários com a plataforma e popularizando o uso entre todos os níveis de possíveis consumidores deste novo produto.
Estão ai os fatos que eu levei em consideração para chegar a conclusão que postarei em breve… =D
Enquanto isso, aproveitem para deixar suas conclusões sobre o tema: Houve realmente uma mudança nas previsões de negócio da Microsoft?

Espera professora, to brincando com o ET…
Fevereiro 19, 2009Original, em inglês: www.harrowobserver.co.uk
Todos nós sabemos que as escolas da Bushelândia e dos outros países que falam inglês A-DO-RAM realizar simulações de incêndio, só pra ver como suas criancinhas se dirigem as saidas de emergência juntinhas e de mãos dadas, sorrindo e como nada estivesse acontecendo…
Mas uma escola britânica (sempre eles, ou os japoneses) foi além… Juntamente com a polícia local, eles bolaram toda uma cena para que a criançada acreditasse que extraterrestres haviam pousado no playground, com direito a área isolada, peritos forenses examinando pegadas e marcas deixadas no gramado!
Segundo o site, os professores passaram 2 semanas planejando as pegadas extraterrestres e símbolos…
É, e você assim como eu, pensava que já tinha visto de tudo. Fico imaginando se os envolvidos tivessem canalizado todo esse empenho em ensinar uma coisa mais produtiva pra criançada… Talvez de certa forma alguma coisa seria diferente no futuro… Ou pelo menos a criançada não contaria para os futuros netos que um dia participaram “disso”.

Extras do Vista Ultimate: Microsoft Tinker
Setembro 25, 2008Alguns meses após o lançamento do Windows Vista, a Microsoft disponibilizou um pequeno jogo no formato de “Extras” para quem utiliza a versão Ultimate do Sistema Operacional. Ele foi nomeado como “Hold’Em”, e consiste em uma das modalidades mais conhecidas e difundidas do Pôquer na internet, o Texas Hold.
De lá pra cá, pouca coisa realmente reelevante foi adicionada ao sistema em forma de extras: apenas alguns pacotes de sons para o sistema, vídeos do DreamScene e atualizações do BitLocker.
Ontem, verificando as atualizações disponíveis, notei que além de novos sons para o sistema, havia algo diferente: um jogo de estratégia chamado Tinker, com o tamanho de 68,4 MB.
Tá legal, é divertido demais brincar com o robozinho do jogo, jogar poquêr com o computador e colocar o clip do Gorillaz como papel de parede, mas será que era isso que os consumidores esperavam quando a Microsoft alardeou aos ventos que eles teriam Extras Exclusivos com a compra da versão Top de Linha do Vista?
Não sei se é só comigo, mas com os anúncios cada vez mais frequentes do Windows 7, estou ficando sem esperanças de algo realmente interessante e inovador aparecer por aqui, na minha página de atualizações. Pelo menos, que me sirva de lição para que eu não caia mais nessa.
Abaixo um videozinho demonstrativo do jogo que encontrei no Youtube.

